Acompanhamento médico regular e vida saudável visam controlar o diabetes

17/10/2017 - 16h09
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O diabetes é silencioso, grave e crônico, e acomete homens e mulheres, em qualquer idade. A doença, é ocasionada pelo excesso de açúcar no sangue, devido à falta ou má absorção de insulina. Caso não seja tratada, pode acarretar vários outros problemas de saúde como, a cegueira, complicações renais, neuropatia diabética, amputação de membros por infecção, infartos silenciosos e pode levar até mesmo, a morte.


Existem dois tipos de diabetes, o tipo I e II. O primeiro, se refere à pouca produção de insulina ou em alguns casos nenhuma, e surge na infância ou adolescência. Concentra cerca de 5 e 10% do total de pessoas com doença. O segundo, aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina produzida ou a produção é insuficiente para controlar a taxa de glicemia. Concentra cerca de 90% dos pacientes com diabetes e se manifesta mais frequentemente em adultos e idosos. Há também o diabetes gestacional, uma condição temporária que acontece durante a gravidez e afeta entre 2 e 4% de todas as gestantes.


O diabetes é uma das doenças que mais têm aumentado sua incidência em todo o mundo. A hereditariedade, sedentarismo, hipertensão e idade acima dos 40 anos são fatores que favorecem o desenvolvimento da doença. Porém, o estresse e a obesidade têm sido determinantes para o expressivo crescimento no número de pacientes diabéticos, que segundo a Organização Mundial de Saúde, quadruplicou nas últimas três décadas, passando de 108 milhões para 422 milhões. No Brasil, a doença atinge mais de 16 milhões de pessoas e mata cerca de 72 mil pessoas por ano no País. Estatísticas mostram que a doença mata mais do que câncer e Aids juntos.


A Sociedade Brasileira de Diabetes tem estatísticas mostrando que, no Brasil, 46,3% das pessoas que apresentam a doença não sabem que são portadoras. Daí a importância do diagnóstico para explicitar algo que costuma evoluir silenciosamente.


Hoje em dia, o diabetes é uma doença que não tem cura, mas é possível controlá-lo através da adoção de hábitos saudáveis e acompanhamento médico regular. Um tratamento bem feito garante qualidade de vida para o paciente. 


  • por
  • Kia Chavious
  • FONTE
  • Nutricionista Clínica do Hospital Regional Terezinha Gaio Basso, Rafaela Picon - CRN/10 2931



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