Campanha de vacinação contra a gripe é prorrogada até 8 de junho em Santa Catarina

Foto arquivo: James Tavares / Secom

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29/05/2018 - 21h42

Em razão das dificuldades de mobilidade enfrentadas pela população nos últimos dias, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado (Dive), anuncia a prorrogação da campanha de vacinação contra a influenza (gripe) em Santa Catarina até o dia 8 de junho.

“Estamos monitorando a situação e, se for o caso, ao longo dos próximos dias iremos promover outras ações para garantir que todas as pessoas pertencentes aos grupos prioritários para a vacinação tenham a oportunidade de acesso à vacina”, afirma o diretor da Dive, Eduardo Marques Macário.

A paralisação dos caminhoneiros não afetou a logística de distruibuição da vacina. O quantitativo total de doses recebidas para a campanha já havia sido transportado para todas as regionais do Estado. “Os municípios podem realizar atividades de divulgação, ações de busca ativa e ampliação do horário de funcionamento dos postos, visando facilitar o acesso”, reforça Macário.

Segundo dados da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), a cobertura vacinal dos grupos prioritários no Estado é de 72,88%, com 1.005.681 doses aplicadas até as 14h20 desta terça-feira, 29. O público-alvo com maior cobertura, até o momento, é o de idosos (87,29%), seguido por indígenas (83,09%), puérperas (mulheres cujo parto ocorreu há até 45 dias) (79,44%), professores (73,30%), trabalhadores de saúde (62,55%) e gestantes (56,23%), segundo dados do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI) do MS.

Até o dia 28 de maio, as regionais de Saúde que apresentaram as maiores coberturas vacinais dos grupos prioritários foram Concórdia (85,69%) e Laguna (85,55), enquanto as que registram os menores índices foram Lages (64,18%) e Florianópolis (65,07%).

A vacina é gratuita e está disponível nos postos de saúde do Estado para os grupos prioritários da campanha (idosos, gestantes, puérperas, indígenas, crianças, profissionais da saúde, professores, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, além de portadores de comorbidades).


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  • Jornal Regional



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