Confira entrevista com Alok, que domingo faz show inédito em São Miguel do Oeste

02/05/2018 - 09h29

Aos 26 anos, Alok Achkar Peres Petrillo famoso pelo hit "Hear me now", que fez a música eletrônica brigar por espaço com funk e sertanejo, transformou-se no DJ favorito das celebridades e rei das baladinhas “top”. Tinha cinco anos quando saiu de Goiânia, onde nasceu, para morar em lugares como Holanda, Inglaterra, Alto Paraíso (GO) e Brasília.


Culpa do pai, o guitarrista e produtor Juarez Petrillo, conhecido como DJ Swarup e um dos criadores do festival Universo Paralello. Alok já teve dupla de música eletrônica com o irmão gêmeo, Bhaskar. Mas despontou mesmo como artista solo.


A explicação para o sucesso? Alok cita "conspiração do universo" e "magia". "Algumas pessoas chamam de Deus, outras pessoas chamam de realmente de algo conspirando. É algo a mais que faz com que tudo flua", diz. A verdade é que Alok hoje virou mania e transformou-se num fenômeno da música eletrônica mundial.


Pois este badalado artista se apresenta domingo (06), no parque de exposições Rineu Gransotto, em São Miguel do Oeste, numa realização da BShow, Four Club e Farol.  O show tem tudo para ser um dos maiores eventos musicais do ano na região. Já haviam sido vendidos antecipadamente cerca de 4 mil ingressos. Restam entradas apenas para a ala Vip e Pista.

 

Confira parte de recente entrevista que Alok concedeu ao G1:


G1 - Quantos shows você tem feito em média, por mês? Só em dezembro passado, foram 36?

Alok – Vivo realmente full time em relação à minha agenda. Tenho versatilidade, porque não tenho uma banda. As bandas têm mais dificuldade de fazer muitos shows em pouco tempo, porque não tem como fazer uma logística de 40 pessoas viajando. É muito complexo.


G1 – Como é um dia normal na vida do Alok?

Alok – É difícil falar. Se falar que tenho uma rotina, estou mentindo para mim mesmo. Vou falar a real: nem sei. Acho que um dia normal é a loucura mesmo, cheio de coisa pra fazer. Um dia anormal, para mim, é quando de repente decido desligar tudo e curtir só para mim. Esse é um dia diferente.


G1 – E preparação física: faz alguma atividade?

Alok – Tenho uma rotina boa em relação a cuidar da saúde: me alimento bem, vou para a academia. Consigo ter foco e essa disciplina, o que me ajuda bastante também.


G1 – Você já tocou no carnaval de Salvador, em evento sertanejo, depois no Lolla. Qual é o lugar onde ainda falta chegar?

Alok – Já estou totalmente surpreendido com tudo que consigo alcançar no Brasil. De verdade, tipo tem dia em que acordo e me pergunto várias vezes o que está acontecendo. Não sei explicar. Pergunto para as pessoas o que está rolando.


G1 – Você já falou que o seu som atinge todo tipo de público, de crianças a idosos. Isso foi um plano ou foi natural? 

Alok – Quando comecei, vim de um segmento que era um mundo muito mais underground, muito mais alternativo. Inclusive, é a vertente que os meus pais ainda tocam, da velha guarda. Acabou que fui mudando porque fui seguindo mais o meu coração.


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