Curso de Medicina Veterinária promove campanha de vacinação antirrábica

Vacina será aplicada por acadêmicos de Medicina Veterinária, sob a supervisão dos professores do curso

Vacina será aplicada por acadêmicos de Medicina Veterinária, sob a supervisão dos professores do curso

26/07/2016 - 14h24

O curso de Medicina Veterinária da Unoesc São Miguel do Oeste promoverá, nos dias 13 e 20 de agosto, a campanha de vacinação antirrábica em São José do Cedro. A campanha será realizada, das 8h às 17h,  na praça do Ginásio de Esportes Lauté Weber. O valor da vacina é de R$ 10,00. Segundo a professora Adelina Rodrigues Aires, uma parte do valor será utilizada para pagar o custo da vacina e outra será destinada para o projeto da ONG Cedro Animal, que atende cães resgatados.


Adelina destaca que a vacina antirrábica é a forma mais eficaz de combater a raiva e deve ser feita a cada 12 meses. A professora explica que a raiva é uma doença transmissível e letal, que acomete inúmeros mamíferos, inclusive o ser humano. A transmissão ocorre por meio da saliva de animais infectados. "Ao penetrar no organismo de um animal ou de uma pessoa, o vírus multiplica-se e por meio dos nervos periféricos alcança o cérebro, causando uma grave inflamação no sistema nervoso central. Essa inflamação leva a sinais clínicos como febre, perda do apetite, agressividade, paralisia, salivação intensa, paralisia da mandíbula, evoluindo para a morte", alerta a professora.


Os cães e gatos ainda são responsáveis pela maioria dos casos de raiva humana. Entretanto, existem outras formas de transmissão, como a mordedura do morcego hematófago contaminado ou dos canídeos silvestres e por meio da saliva de herbívoros domésticos. "As campanhas de controle da raiva envolvem também o combate ao morcego pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), já que o morcego é o principal reservatório da doença. Além da vacinação, o combate da raiva em cães e gatos também está associado a medidas como a redução do acesso dos animais à rua e a castração", finaliza a professora Adelina Rodrigues Aires. 





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