Doença Cardiovascular: Vida saudável ajuda a prevenir infartos

01/09/2017 - 12h57

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As doenças cardiovasculares segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) são as principais causas de morte no mundo. No Brasil, 300 mil pessoas morrem anualmente, ou seja, um óbito a cada dois minutos. Os dois principais grupos de óbitos por doenças cardiovasculares são as doenças isquêmicas do coração como o Infarto agudo do miocárdio (IAM) e as doenças cerebrovasculares.

Dentre os fatores de risco que podem levar uma pessoa ao infarto estão à predisposição genética e, principalmente, os maus hábitos de vida da população, como a alimentação não balanceada, rica em gorduras saturada, sedentarismo, sobrepeso, hipertensão, tabagismo, diabetes, uso excessivo de álcool, ansiedade e o estresse emocional.

O infarto agudo do miocárdio é provocado pela interrupção sanguínea, devido a obstrução da artéria coronária por um coágulo de sangue sobre a placa de gordura, impossibilitando assim, que uma quantidade suficiente de sangue chegue até aquela área do músculo cardíaco, ocasionando a morte celular e necrose. O sintoma típico é uma dor intensa em aperto no meio do peito, que pode estar irradiando para o braço esquerdo ou pescoço, e estar associada a outros sintomas, como tontura, mal-estar, enjoo, suor frio, palidez e queimação no estômago.

Segundo o Ministério da Saúde, as altas taxas de colesterol são um problema que atinge 40% da população brasileira, sendo que os estados da Região Sul têm a população com a maior prevalência do problema, com 24%.

Alguns cuidados são necessários para prevenir as doenças cardiovasculares como não fumar, seguir uma alimentação saudável, beber água regularmente, fazer atividades físicas, manter o peso ideal, evitar o estresse, checar a pressão arterial, monitorar o colesterol buscando um estilo de vida saudável.

É importante o reconhecimento inicial dos sintomas para receber o tratamento adequado e evitar danos significativos no músculo cardíaco. A partir do reconhecimento dos sintomas é primordial chamar o serviço de emergência ou procurar atendimento médico o mais rápido possível, reduzindo assim a mortalidade cardiovascular.

  • por
  • Jornal Regional
  • FONTE
  • Andréia Fiorini Bomfim - Enfermeira especialista do Hospital Regional Terezinha Gaio Basso



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