Caminhoneiros pedem o apoio de sindicatos e entidades ao movimento grevista

Caminhoneiros querem um movimento organizado e sem baderna

Caminhoneiros querem um movimento organizado e sem baderna

22/05/2018 - 12h50

Na manhã desta terça-feira (22), durante reunião no auditório do Sindicato dos Produtores Rurais, em São Miguel do Oeste, uma comissão de caminhoneiros pediu o apoio da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), da Associação Empresarial (ACISMO), e sindicatos dos Trabalhadores Rurais e dos Produtores Rurais. Até porque, conforme eles, o efeito dos constantes aumentos dos combustíveis atinge todas as classes.

“Não temos força sem o apoio dos sindicatos e entidades”, confessaram os caminhoneiros. Segundo eles, as entidades organizadas são sustentação e legalidade ao movimento.  Os caminhoneiros admitem que está faltando organização e cobram a falta de iniciativa e omissão do sindicato da categoria, cuja sede fica em Concórdia (SC). 

Os caminhoneiros pregam a realização de uma manifestação ordeira e sem baderna. Em princípio (CDL e ACISMO) deve acontecer nas próximas horas uma reunião do conselho das entidades para deliberar sobre o pedido feito pelos motoristas. De uma coisa todos concordaram: A sociedade não pode pagar a conta originada pela corrupção.

Num novo encontro, ainda a ser marcado, que também deve envolver o Poder Público Municipal e a Câmara de Vereadores, deve ser definido como será desenvolvido a greve dos caminhoneiros. A ideia inicial é realizar uma grande manifestação no trevo da BR 282, com envolvimento da sociedade em geral (trabalhadores, agricultores, empresários e estudantes).

“É o começo de tudo. Vamos fazer a nossa parte. Se vai surtir efeito, o tempo dirá”, colocaram os caminhoneiros.

Caminhoneiros permanecem às margens das rodovias de SC em 2º dia de protesto contra alta dos combustíveis. Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), trânsito é interrompido na BR-101 no KM 282, em Imbituba. Nos demais pontos não há bloqueio. No trevo de acesso às BRs 163 e 282 e a SC 163, a ação é pacífica e os manifestantes limitam-se a convocar a categoria a aderir ao  movimento.


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  • Jornal Regional



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