Curso aborda a toxicologia forense e o papel do farmacêutico

Curso foi ministrado pela farmacêutica, Judy Sabina Canel Silva

Curso foi ministrado pela farmacêutica, Judy Sabina Canel Silva

22/10/2018 - 15h57

Acadêmicos de Farmácia da Unoesc participaram, neste semestre, do curso "Toxicologia Forense: o papel do farmacêutico". O curso foi ministrado pela farmacêutica, perita criminal e bioquímica do Instituto Geral de Perícias de Santa Catarina (IGP-SC), Judy Sabina Canel Silva. Durante a atividade, foram abordadas a genética forense; vestígios biológicos; química forense e a toxicologia forense: pesquisa em amostras biológicas de venenos, medicamentos, entorpecentes, dosagem alcoólica, entre outros.

Segundo o coordenador, doutor Eduardo Ottobelli Chielle, o farmacêutico é o profissional mais indicado para atuar na área da perícia criminal. Ele salienta que o perito criminal farmacêutico da polícia científica utiliza em seu trabalho técnicas de avaliação da toxicologia forense para obter informações e provas em uma investigação policial. "A toxicologia forense é um campo de ação vasto e o perito pode trabalhar promovendo exames para obtenção de vestígios, evidências ou indícios de um crime em indivíduos vivos com o objetivo de rastrear a eventual presença de drogas ou álcool no sangue ou ainda em cadáveres", detalha o professor.

A acadêmica Caroline Fachin destaca que o curso ampliou os conhecimentos sobre a toxicologia forense. "O curso foi dinâmico e mostrou na prática a atuação do farmacêutico nessa área em que tenho interesse em atuar", comenta a estudante.


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  • Jornal Regional



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