Hospital Regional de São Miguel do Oeste realiza as primeiras infusões de quimioterapia

25/09/2018 - 18h45

As primeiras infusões de quimioterapia foram realizadas no Hospital Regional Terezinha Gaio Basso de São Miguel do Oeste. O serviço de oncologia teve suas primeiras consultas no fim do mês de agosto e os procedimentos cirúrgicos e exames também já estão sendo realizados desde o mês passado. “O setor está com o atendimento gradativo e dentro do planejado”, afirma o diretor de apoio do Hospital, Rodrigo Lopes.

 

Os médicos, cirurgião oncológico, Vinícius Negri Dall’Inha e o oncologista clínico, William Casagrande Sanches, recebem os pacientes agendados via Sistema de Regulação (Sisreg) do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

O Governo do Estado realiza o repasse de R$ 432 mil mensal até dezembro. Em 2019, o valor será de R$ 865 mil para o atendimento de 30 municípios da região Extremo Oeste, totalizando cerca de 230 mil habitantes.

 

Quimioterapia

O serviço de infusão de quimioterápicos era um dos principais anseios da região. Pacientes que se deslocavam vários quilômetros para o tratamento, poderão realizar as aplicações mais perto de casa. O médico William, explica que a quimioterapia é a medicação utilizada contra o câncer. “Pode ser usada em diferentes situações, em um contexto curativo tanto antes ou após a cirurgia ou em um cenário paliativo”, destaca.

 

O medicamento recebe todo um preparo, sendo manipulado pela farmacêutica responsável. A quimioterapia pode ser administrada na veia, do tipo injetável no músculo, embaixo da pele, ou em comprimidos. “Cada tipo de câncer necessita de um tipo específico de tratamento e cada caso é avaliado de forma individual”, garante o médico oncologista clínico.

 

O Hospital Regional de São Miguel do Oeste recebe apenas casos novos. Os pacientes com neoplasias hematológicas, tumores infantis e que necessitam de radioterapia concomitante à quimioterapia, bem como os que já estão em tratamento, permanecem com o atendimento em suas unidades de referência. O processo de agendamento é iniciado nos municípios e a fila é regulada pelo Sisreg, via central do Estado e não pelo Hospital.


  • por
  • Jornal Regional
  • FONTE
  • Ascom/Hospital Regional



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