Polícia investiga desaparecimento de britânica no Norte do Rio Grande do Sul

Foto: Polícia Civil/Divulgação

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29/03/2018 - 14h21

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul investiga o desaparecimento de uma britânica de 27 anos, que foi vista pela última vez no domingo (25), nas proximidades lago da barragem Foz de Chapecó, em Alpestre, na Região Norte do estado. Conforme o delegado Ercilio Carletti, Katherine Sarah Brewster estava hospedada em uma comunidade alternativa da cidade.

"Pelas informações que temos, ela veio passear nessa comunidade. No domingo ela saiu para caminhar e não voltou mais", relata.

De acordo com as autoridades, a britânica está no país desde o início deste ano e veio especificamente para essa comunidade no interior gaúcho. Ela, inclusive, estaria hospedada no local.

O registro do desaparecimento foi feito por uma pessoa que também estava nessa comunidade, na terça-feira (27). Conforme a testemunha, Katherine estava sem celular e seguiu por uma área verde considerada pelo delegado "bastante acidentada", o que dificulta o trabalho de busca.

"Uma das hipóteses é que ela tenha entrado no lago, que é bem fundo. A região ali tem barranco, é complicado", alerta Carletti.

O Corpo de Bombeiros de Passo Fundo foi chamado para ajudar nas buscas, com o apoio de cães. Outros moradores da comunidade ainda seriam ouvidos pela polícia.

O Consulado do Reino Unido no Brasil já foi comunicado e fez contato com a família de Katherine, de acordo com as autoridades.

O coordenador de um espaço educativo que fica na comunidade disse que Katherine estava na região para "visitar amigos que conheceu através do namorado". Por meio de nota, Clairton da Silva informou que ele e outros vizinhos souberam do desaparecimento através do casal que a hospedava.

"Nós e outros vizinhos fomos informados pelo casal do desaparecimento de Katherine, a qual o casal não sabe informar se ela foi embora sem avisar e se despedir ou se foi meditar numa mata no terreno deles como já havia feito algumas vezes.

Sem mais, estamos solidários ao casal que a hospedou e à família, que estão muito preocupados.

Finalizamos relatando que a comunidade rural de Dom José é composta de famílias pacatas e tranquilas e que não há casos de violência ou da presença da polícia desde que nos mudamos pra comunidade, há 3 anos."


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  • Jornal Regional



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