VIVA BEM: Fumar na gravidez - riscos que o cigarro pode trazer

20/05/2019 - 10h09

O consumo do cigarro durante a gestação tem implicações que vão além dos prejuízos à saúde materna. Os malefícios do tabaco atingem não apenas a gestante, mas também o feto que, ainda no útero, se torna um verdadeiro fumante ativo.

Fumar durante a gestação pode trazer sérios riscos, já que o monóxido de carbono e a nicotina são absorvidos pelo organismo materno e passados ao feto, podendo ocasionar:

- Abortos espontâneos; 
- Nascimentos prematuros; 
- Bebês de baixo peso;
- Mortes fetais e de recém-nascidos; 
- Gravidez tubária; 
- Deslocamento prematuro da placenta; 
- Placenta prévia; 
- Episódios de sangramento.

O fumo na gravidez é responsável por:

- 20% dos casos de fetos com baixo peso ao nascer;

-  8% dos partos prematuros;

- 5% de todas as mortes perinatais.

Estudos mostram que o tabagismo na gestação pode contribuir para a síndrome da morte súbita do bebê, além de causar importantes alterações no desenvolvimento do sistema nervoso.

Fumar na amamentação

Durante o período da amamentação, os malefícios do uso do cigarro também são preocupantes, pois a criança recebe nicotina pelo leite, podendo ocorrer intoxicação (agitação, vômitos, diarreia e taquicardia). Mulheres fumantes tendem a amamentar menos do que as que não fumam. Em razão do vício, elas podem desmotivar e interromper precocemente o período de amamentação. 


  • por
  • Jornal Regional
  • FONTE
  • Roberta Dalmagro - Assistente Social do Hospital Regional Terezinha Gaio Basso de São Miguel do Oeste | Diretora técnica - Katia Bugs - CRM 10375



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