Medina cobra intensidade e dedicação de seus comandados (Foto: Rodrigo Valle/Getty Images)
Por Sergio Wathier
JRTV/São Miguel do Oeste
Alexander Medina
terá um desafio muito grande pela frente no Internacional em 2022. O uruguaio
assinou até o final do ano, com possibilidade de renovação por mais uma
temporada. Mas ele sabe que sua permanência no comando da casamata vermelha
está diretamente condicionada aos resultados.
A experiência com treinadores de fora não tem dado certo no Internacional. Foram frustrantes as passagens de Miguel Ángel Ramires, Eduardo Coudet e Diego Aguirre. Medina, com 43 anos, chega bem recomendado. O jejum de títulos coloca uma pressão muito grande sobre os ombros do técnico.
Na teoria é um técnico que gosta de jogar ofensivamente. Gosta de uma marcação avançada e de muita intensidade nos 90 minutos. Tem se destacado nos clubes por onde passou por dar oportunidade aos jovens. Entre a prática e a teoria existe uma diferença acentuada. Se ele conseguir impor suas ideias, terá também o apoio do torcedor colorado, que não aguenta mais ver seu time do coração ser apenas coadjuvante.
A diretoria busca corrigir, dessa forma, um erro que já dura vários anos. O Inter tem aproveitado muito pouco seus jogadores criados na base. Suas equipes sempre aparecem bem nos campeonatos em geral. Jovens atletas despontam e viram promessas. Mas poucos conseguem virar realidade no time principal por falta de oportunidade.
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