BOLA EM JOGO: Força no esporte não se mede pelo tamanho de uma cidade

Futuro do Guarani requer um projeto inovador (Foto: JRTV/Arquivo)

Futuro do Guarani requer um projeto inovador (Foto: JRTV/Arquivo)

11/09/2025 - 20h35
Por Sergio Wathier
JRTV/São Miguel do Oeste

ORGANIZAÇÃO: RECEITA DO SUCESSO
Outro dia um amigo me perguntou: porque o futebol de outros municípios aqui do Extremo Oeste são destaque e São Miguel do Oeste, com toda sua pujança, não tem o mesmo desempenho. Lógico que ele se referia ao Guarani. Primeiro quero deixar bem claro que a força do esporte não se mede pelo tamanho de uma cidade. O sucesso reflete muito a organização dos clubes. Se você montar um projeto e planejar sua aplicação, estabelecendo metas e prazos, acredito que as chances de dar certo crescem bastante. 

UNIÃO PELO BEM DO GUARANI
No caso do nosso Bugre, a coisa é ainda mais complicada. Temos bons dirigentes, sim senhor. Temos gente com experiência e capacidade para tocar qualquer projeto. Mas então o que estaria faltando? Na minha modesta opinião, o Guarani necessita de união fora das quatro linhas. Coloquei  dias atrás que gostaria de ver o Této, o Itamar, o Banana, o Eulo, o Miguel, o Santore,  todos juntos num mesmo projeto. Se a eles se juntassem ainda outras figuras de bom trânsito no comércio e na indústria, o êxito seria só questão de tempo. 

MUDANÇA DE MENTALIDADE
Algumas medidas são pra ontem. Do jeito que está a coisa não funciona. Sem uma mudança radical de mentalidade, vai continuar tudo na mesma. É como secar gelo. Até o final do ano o Guarani troca de diretoria. A gestão Nelson Santore recuperou o prestígio regional com a conquista da Taça D'Lamb Sport. Foi legal. Quebrou um jejum de muitos anos. Mas convenhamos, é pouco para um clube com a grandeza de nosso Guarani. 

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