Imagem: Pedro H. Tesch/AGIF
Por Sergio wathier
JRTV/São Miguel do Oeste
Quando o Grêmio contratou Felipão, não faltou quem dissesse
"é agora que a maionese desanda de vez". Muitos pregavam que ele era
um treinador ultrapassado. Pois entendi, na época de sua contratação, que só um
técnico cascudo, que tivesse o domínio completo do vestiário e que soubesse
falar a linguagem dos boleiros, poderia tirar o Grêmio da sinuca de bico em que
se meteu.
No Z-4 desde que o campeonato iniciou, o tricolor dava
evidentes sinais de que não sairia do atoleiro. Felipão avisou: vamos de ponto
em ponto. Um jogo de cada vez. E mais: jogador que não tinha comprometimento,
saiu do time. Alguns inclusive foram pra geladeira. A situação, que era
desesperadora, melhorou bastante. O time continua na zona de degola, mas com
uma vitória, contra o Corinthians, no próximo compromisso, pode sair da
incômoda 17ª posição.
E o que é mais curioso: está distante apenas 8 pontos da zona de classificação à Libertadores. O Grêmio reforçou seu time. Os sintomas são de malhoras. Mais animado, o torcedor gremista já acredita que os dias de UTI estão terminando. Acreditar é preciso, mesmo porque tem muita água para rolar por debaixo desta ponte.
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