O Governo Bolsonaro
decidiu zerar a alíquota de importação de revólveres e pistolas, que atualmente
é de 20% do valor do produto. A mudança passa a valer a partir de janeiro de
2021.
A resolução da Câmara de Comércio Exterior que contém a medida foi publicada no “Diário Oficial da União” (DOU) desta quarta-feira (9), um dia após deliberação na 11ª reunião extraordinária do colegiado.
A isenção da alíquota não se aplica a alguns tipos de armas, como as que são carregadas exclusivamente pela boca, pistolas lança-foguetes, revólveres para tiros de festim e armas de ar comprimido ou de gás.
Ao zerar a taxa de
importação, o Brasil incluiu revólveres e pistolas numa lista de exceção para
produtos com tarifas diferentes daquelas praticadas pelos outros países do
Mercosul (Argentina, Uruguai e Paraguai).
O Mercosul adota
uma Tarifa Externa Comum (TEC) para uma série de bens, mas existe a
possibilidade de um país membro ter uma lista de exceção, com valores
diferentes.
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