O Chile anunciou
nesta quinta-feira (13) que o Brasil entrou como parceiro na construção do primeiro
cabo de fibra ótica submarino a conectar a América do Sul à Ásia, uma
iniciativa que promete fortalecer a conectividade de 270 milhões de pessoas no
continente.
O ministro das Relações Exteriores do Chile, Andrés Allamand, disse aos repórteres que a decisão brasileira de se unir formalmente à iniciativa foi crucial para tornar o cabo de 388 milhões de dólares e 13.180 quilômetros uma realidade.
“A incorporação do Brasil a este projeto lhe dá uma viabilidade econômica definitiva, e ao mesmo tempo uma viabilidade política definitiva também”, disse Allamand.
A Argentina já se uniu ao projeto, e Allamand disse acreditar que Paraguai, Uruguai e Bolívia também se filiarão.
Um estudo de viabilidade chileno estabeleceu que a melhor rota para o cabo se estenderá da cidade portuária de Valparaíso, no Oceano Pacífico, até a Nova Zelândia e de lá para Sydney, na Austrália, onde pode se conectar a linhas da Ásia.
Os ministérios brasileiros das Relações Exteriores e das Comunicações disseram em um comunicado conjunto nesta quinta-feira que os países envolvidos logo iniciarão conversas sobre o financiamento e os detalhes técnicos do cabo.
“O projeto também
completará a conexão por fibra ótica do Brasil com seus vizinhos, consolidando
a infraestrutura digital regional e posicionando o Brasil como líder da
transformação digital e do mercado digital na região”, disseram os ministérios
no comunicado.
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