Em tempo de mais
um anúncio de alta na gasolina é
preciso rever alguns conceitos para que reflita com a menor força possível nas
finanças. Com veículos bicombustíveis (álcool e gasolina) é possível verificar
se, dependendo do modelo e consumo, não seja mais vantajoso fazer a opção.
Em tempo de
pandemia do novo coronavírus –
não, a pandemia não terminou – as finanças são, cada vez mais, objeto de alerta
independente da condição e classe social de cada um.
A alta de R$0,10 no preço do litro já está em vigor desde a última terça-feira.
Há quase 20 anos uma realidade no Brasil, os carros bicombustíveis oferecem a alternativa para que sejam abastecidos tanto a gasolina quanto a etanol. Foi em 2003 que o primeiro modelo nessa realidade ganhou as ruas no Brasil.
De forma geral, a
eficiência do etanol é menor que a da gasolina, logo, é necessário queimar uma
quantidade maior de etanol para ter a mesma eficiência econômica da gasolina.
Mas ainda há um
cálculo básico para se descobrir sobre a rentabilidade de ambos: basta dividir
o preço do litro do etanol pelo da gasolina. Se o resultado for inferior a 0,7,
o álcool é o melhor para abastecer. Se for maior que 0,7,então, a gasolina é a
mais vantajosa.
Outra maneira de
elucidar a questão é projetar o litro do etanol até 70% do litro da gasolina
para que seja benéfica a troca.
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