A Federação
Catarinense de Municípios (FECAM) solicitou ao Governo do Estado que invista
urgentemente cerca de R$ 35 milhões para hospitais referenciados em atendimento
a COVID-19. Os recursos seriam usados para pagamento de dívidas do Estado com a
União.
O pedido da
Federação considera a decisão do STF, de 30 de abril deste ano, que garante ao
Estado o não pagamento da dívida pública à União até 31 de maio, utilizando os
recursos para atuar exclusivamente no enfrentamento à pandemia. Os Estados e
municípios, em função da pandemia, apresentam queda acentuada em arrecadação e
diminuição de repasses nos fundos de participação (FPE e FPM). Os R$ 35 milhões
apontados pela FECAM referem-se a parcela da dívida do Estado do mês de maio
que seria paga ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES).
Com o aumento
expressivo dos casos positivos de COVID-19 em municípios do interior e cidades
além do trecho da BR 101, a Federação, junto com as 21 Associações de
Municípios catarinenses, defende a aplicação na íntegra dos recursos para as
ações regionais que envolvem compra de insumos e equipamentos, por exemplo.
“Precisamos reforçar a capacidade de atendimento nas regiões com os hospitais
referenciados para atuar no plano local de defesa da vida e das pessoas”, cita
o presidente da FECAM, prefeito de Caçador, Saulo Sperotto.
A FECAM propôs
também a criação de um grupo de trabalho interinstitucional para tratar da
gestão da saúde estadual e compor esforços na gestão emergencial de
enfrentamento da pandemia. No documento, cita a disposição do Sistema FECAM
(Federação, Associações e Consórcios) e do Conselho de Secretarias Municipais
de Saúde de Santa Catarina (COSEMS/SC) em participar do grupo de trabalho.
Pontualmente, a
Federação de Municípios considera essenciais para tomada de decisões questões como:
estimativa sobre a predição dos casos confirmados de COVID-19 por região ou
município; tempo médio de duplicação dos casos confirmados por municípios;
tempo médio de duplicação dos óbitos por município; número de casos confirmado
por municípios detalhado por bairro; número de casos recuperados por municípios
detalhado por bairro, gênero e idade; número de casos em isolamento por
municípios; taxa ou índice de isolamento social por município; taxa de ocupação
de leitos de UTIs por hospital de referência de forma diária; taxa de ocupação
de leitos de retaguarda por hospital de referência de forma diária; expansão
dos leitos de UTIS planejados com metas a serem concretizadas até o final de
maio.
Do Estado, a FECAM
aguarda também informações sobre a retomada do Sistema Nacional de Regulação
(SISREG), que faz a gestão das listas de cirurgias eletivas e fez apelo para o
pagamento das emendas impositivas em saúde, indicadas pelos parlamentares
catarinenses.
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