Imagem do site Flightradar24 mostra a rota da aeronave – Foto: Flightradar24/Reprodução
Raios, trovoadas e tempestades que podem ter até granizo já são esperados quando a bela e temida nuvem é avistada no céu: a cúmulo-nimbo. Ela é a nuvem que muda as rotas de aviões e os pilotos fazem de tudo para evitá-la.
Na última quarta-feira (26), uma dessas se formou no céu de Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, e obrigou o voo (LA3993) da companhia aérea Latam, a esperar por alguns minutos para pousar.
Com a temperatura
na casa dos 30ºC, formou-se uma tempestade de verão no município. E nesses
casos, os controladores e pilotos já são orientados para seguir um segundo
plano. “Foi um procedimento operacional, normal e previsto. Eles fazem órbita
(uma espera), num determinado ponto (de início de procedimento para pouso e
instrumento), então ele fica girando e fazendo órbitas, até melhorar o tempo
para que ele consiga aproximar e pousar”, afirmou
Segundo o
meteorologista, Piter Scheuer, foi registrado uma precipitação de 40 milímetros
no intervalo de duas horas. Os ventos chegaram a 65km/por hora. “Essa nuvem se
formou por conta do calor e da umidade presente nas primeiras camadas da
atmosfera que favoreceu a ocorrência de chuva, trovoada, granizo, vento.”,
destacou.
“Quando a nuvem
começou a se afastar do aeroporto, eu avisei o piloto, falei que as condições
operacionais da pista estavam melhores e ele tentou aproximação. Tudo aconteceu
de forma tranquila, fez o procedimento de instrumento e avistou na pista com
toda segurança. Em seguida chegou outra aeronave de outra companhia, que não
precisou fazer essa espera porque saiu um pouco depois do mesmo local de
partida”, de acordo com o controlador.
“A LATAM informa
que o voo LA3993 (São Paulo/ Guarulhos – Chapecó) do dia 26/01 decolou às 17h57
e pousou em total segurança às 20h06 em seu destino. Em virtude das condições
meteorológicas adversas em Chapecó, seguiu o procedimento previsto para esse
tipo de situação e aguardou autorização para pouso após a melhoria das
condições.
Nesses casos, não
existe um tempo limite para que o avião possa ficar em órbita, pois quando o
comandante da aeronave percebe as condições climáticas, “ele coloca mais
combustível para poder fazer essa espera e também poder voar até a primeira e
segunda alternativa. Combustível não faltaria porque isso é muito bem
planejado”, finalizou Marcos de Freitas.
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