A Federação das Indústrias de Santa Catarina no
Extremo-oeste iniciou no mês de agosto as tratativas com entidades parceiras
para a implantação do programa Fundo Social na região. O projeto visa estimular
que empresas e pessoas físicas a redirecionem parte do imposto de renda devido
para ações sociais aprovadas nas leis de incentivo federal.
A estimativa inicial é que recursos na faixa de R$ 6 mil, entre pessoas física e jurídica, possam ser aplicados em ações na região a partir da inscrição de projetos junto ao Fundo Social. O projeto melhora indicadores sociais, a partir dos programas beneficiados, mas também econômicos, já que os recursos ficam na região e deixam de seguir na sua totalidade para a União.
Em São Miguel do Oeste, a parceira foi tema de reunião com representantes da Associação Empresarial do município (Acismo) na última semana. A entidade manifestou interesse na parceria, que agora será formalizada com a criação de uma comissão voluntária para incentivar a criação de projetos aptos a recebem os recursos.
O Fundo Social é uma iniciativa da Fiesc e o projeto já está em andamento em outras regiões do Estado, proporcionando aquecimento da economia local e, principalmente, atendimento a população em situação de vulnerabilidade social. No Extremo-oeste, a perspectiva é que projeto seja lançado no mês de outubro.
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