Foto: Reprodução
A guerra no Oriente Médio já começa a produzir efeitos
diretos no Brasil e coloca o país diante de uma nova paralisação nacional de
caminhoneiros. O aumento no preço do diesel, impulsionado pela alta do petróleo
no mercado internacional, agravou a crise no setor e elevou o nível de
insatisfação da categoria.
No último sábado (14), a Petrobras anunciou um reajuste de
R$ 0,38 no preço do diesel A, combustível vendido às distribuidoras, que passou
a custar R$ 3,65 por litro.
Já nas bombas, onde o caminhoneiro e o consumidor final
sentem diretamente o impacto, o aumento foi ainda mais significativo. Na semana
encerrada no dia 7, o litro do diesel era vendido, em média, a R$ 6,15. Na
semana seguinte, o valor saltou para R$ 6,89.
Greve dos caminhoneiros ganha força
Segundo lideranças do movimento, o cenário atual é
considerado insustentável. À frente da articulação nacional, Wallace Landim,
presidente da Abrava (Associação Brasileira dos Condutores de Veículos
Automotores), afirma que a paralisação deixou de ser apenas uma possibilidade.
É o que informa a Veja.
“Vai ter greve. Se for preciso, vamos fechar rodovias. A
categoria já deliberou por isso e estamos articulando nacionalmente com outros
grupos”, declarou o líder da categoria.
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