Líder dos caminhoneiros eleva o tom, ameaça bloqueio de estradas e cobra medidas do governo

Foto: Reprodução

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19/03/2026 - 00h13

A guerra no Oriente Médio já começa a produzir efeitos diretos no Brasil e coloca o país diante de uma nova paralisação nacional de caminhoneiros. O aumento no preço do diesel, impulsionado pela alta do petróleo no mercado internacional, agravou a crise no setor e elevou o nível de insatisfação da categoria.

No último sábado (14), a Petrobras anunciou um reajuste de R$ 0,38 no preço do diesel A, combustível vendido às distribuidoras, que passou a custar R$ 3,65 por litro.

Já nas bombas, onde o caminhoneiro e o consumidor final sentem diretamente o impacto, o aumento foi ainda mais significativo. Na semana encerrada no dia 7, o litro do diesel era vendido, em média, a R$ 6,15. Na semana seguinte, o valor saltou para R$ 6,89.

Greve dos caminhoneiros ganha força

Segundo lideranças do movimento, o cenário atual é considerado insustentável. À frente da articulação nacional, Wallace Landim, presidente da Abrava (Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores), afirma que a paralisação deixou de ser apenas uma possibilidade. É o que informa a Veja.

“Vai ter greve. Se for preciso, vamos fechar rodovias. A categoria já deliberou por isso e estamos articulando nacionalmente com outros grupos”, declarou o líder da categoria.


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