A Polícia Civil
concluiu um inquérito policial que apurou o crime de corrupção passiva, em
Chapecó. Um funcionário da Casan (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento)
é suspeito de solicitar valores de empresas privadas para que estas pudessem
fazer uso de alguns dos serviços prestados pela Casan.
A investigação é da
5ª Delegacia de Polícia Especializada no Combate à Corrupção (DECOR/PCSC).
Foram oito meses de investigação, período em que a Polícia Civil obteve
elementos sobre a prática criminosa.
Ocorre que, para a
prestação de tais serviços, a empresa interessada deveria realizar o pagamento
de taxas diretamente à própria Casan, o que não ocorreria. O empregado
investigado era responsável pela gestão de alguns dos serviços prestados pela
Casan e, conforme a investigação, é suspeito de solicitar para si valores aos
proprietários de empresas e em troca, valendo-se de sua função, autorizava a
realização do serviço pela Casan sem o devido pagamento das taxas necessárias,
causando considerável prejuízo.
A suspeita é que
ele agiria desde 2018, podendo ter causado prejuízo superior a R$ 200 mil. A
Polícia Civil representou ao Judiciário pelo afastamento cautelar do empregado
de suas funções.
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