Foto: Reuters)/Divulgação
Nomes como o de Rebeca Andrade, Mayra
Aguiar, Bruno Fratus e Pedro Barros compartilham entre si o
apoio do Bolsa Atleta, programa de incentivo ao esporte do Governo Federal, está
diretamente presente em 94,4% das medalhas brasileiras em Tóquio nas
modalidades individuais ou em dupla. Em 17 dos 18 pódios garantidos pelo Brasil
até agora, num recorte sem o vôlei de quadra e o futebol masculino, a conquista
veio amparada pela iniciativa de patrocínio direto.
No ciclo Rio–Tóquio, o grupo
de 17 medalhistas recebeu de forma direta, pelo Bolsa Atleta, um aporte de R$
7,5 milhões. Quando se leva em conta a relação histórica dos bolsistas com o
programa, desde 2005, o montante investido de forma direta nesses medalhistas
salta para R$ 11,435 milhões.
A única das medalhas de
esporte individual que não teve a parceria do Bolsa Atleta é a prata de Rayssa
Leal no skate street, pois a jovem ainda não tem os 14 anos exigidos pra fazer
parte do programa.
O Brasil ainda disputa em
Tóquio a final do futebol masculino, duas decisões no boxe (medalhas já
contabilizadas nas 18), o bronze no vôlei masculino, a semifinal do vôlei
feminino e a semifinal da canoagem de velocidade, além de provas na ginástica
rítmica e a maratona.
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