Foto: Ameosc
Representantes do
Ministério da Infraestrutura, do Ministério da Economia, do Banco
Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Empresa de Planejamento e
Logística (EPL) reuniram-se pela primeira vez na segunda-feira (13) para
discutir a estruturação do processo de concessão de 32 estradas catarinenses, entre
rodovias estaduais e federais (veja lista abaixo). São mais de três mil
quilômetros de rodovias, que serão concedidos à iniciativa privada.
O decreto que
qualifica o projeto no Programa de Parcerias e Investimentos do governo federal
foi assinado no dia 30 de novembro pelo presidente Jair Bolsonaro – o que deu o
pontapé inicial ao projeto. A EPL terá um ano para elaboração dos estudos.
Diante dos prazos, a previsão do governo é que seja possível lançar o edital
até o final de 2023.
Este será o segundo
pacotão de rodovias federais e estaduais a ser concedido em conjunto pelo
governo. O primeiro será o do Paraná, que vem sendo discutido há mais de um ano
e é o maior projeto desse tipo já lançado no Brasil, com 3,3 mil quilômetros de
rodovias e projeção de investimentos de R$ 43 bilhões.
A expectativa é que
a experiência do estado vizinho ajude na elaboração do melhor modelo para Santa
Catarina. No Paraná, o pacote substituirá o atual contrato de concessão da
maioria das rodovias pedagiadas no estado, que está vencendo. Uma parte dos
pedágios está sendo desativada com o fim dos contratos.
Tarifas muito altas
e obras que ficaram por fazer foram apontadas como os principais problemas dos
contratos vencidos, que a nova concessão tentará sanar. As discussões,
conduzidas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), registraram
o maior número de contribuições da história: mais de seis mil. A expectativa é
que a concessão das rodovias paranaenses, com o modelo híbrido – estadual e
federal – saia no ano que vem.
Nesse tipo de
concessão, que deve ser repetido em SC, a ideia é que as concessionárias
assumam um bloco de rodovias, que passam a ser pedagiadas e recebem
investimentos e melhorias de forma conjunta. O modelo compensa estradas que, de
outra forma, teriam pouca viabilidade econômica para concessão.
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