Foto: Gabrilea Biló/Estadão Conteúdo
Após a morte de Lázaro Barbosa nesta
segunda-feira (28), em confronto com a polícia,
autoridades seguem com investigações no interior de Goiás para esclarecer as
suspeitas sobre a existência de um grupo que teria acobertado o serial killer
durante os 20 dias de fuga.
Uma força-tarefa
das polícias civis de Goiás e do Distrito Federal continua na região do
município de Águas Lindas por prazo indefinido, segundo informou o secretário
de Segurança de Goiás, Rodney Miranda.
Entre as dúvidas
que precisam ser esclarecidas está a origem dos R$ 4.400 encontrados pela polícia
na mochila de Lázaro logo após o confronto.
A Record TV apurou
que um dos integrantes deste grupo é uma pessoa, também foragida e já
identificada, que receberia o fugitivo em Brasília, para onde ele disse à ex-mulher
que pretendia seguir.
Também não foi
divulgado pelos órgãos de segurança qual seria a atuação do fazendeiro Elmi
Caetano Evangelista, de 74 anos, preso na quinta-feira (24) sob suspeita de facilitar
a fuga de Lázaro. O serial killer teria passado cinco dias na chácara do preso.
“Acredito que pela
quantidade de provas que temos contra ele, ele vai ficar no nosso presídio de
segurança máxima”, disse o secretário de Segurança sobre o fazendeiro.
Segundo Miranda, o
valor em dinheiro encontrado com Lázaro indica a presença de apoio. “Hoje ele
foi pego com R$ 4.400 mil no bolso, uma pistola e um revólver. Um cara que
tá no mato sem apoio não consegue isso”, afirmou Miranda em entrevista à Record
TV. “O cerco não era só para um elemento, é para uma quadrilha que estava sendo
desbaratada.”
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