Garcia diz que denúncia é indevida e baseada em especulações
O Ministério
Público Federal (MPF) denunciou 14 pessoas à Justiça Federal na quinta-feira
(1º) por corrupção, peculato e fraude em licitação e contrato subsequente na
operação Alcatraz.
Entre os denunciados está o deputado Júlio Garcia (PSD), presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), que pode assumir o governo do Estado interinamente em caso de afastamento de Carlos Moisés (PSL) e a vice-governadora Daniela Reinehr (sem partido) , que são alvo de processo de impeachment.
A defesa de Garcia diz que a denúncia é indevida, baseada em especulações e que é uma "queima de reputação pessoal e política".
As supostas fraudes teriam ocorrido quando o deputado ainda era conselheiro do Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE-SC). Esta é a segunda denúncia contra Júlio Garcia na Operação Alcatraz, deflagrada em 2019 para investigar supostas fraudes em licitações, desvio de dinheiro e superfaturamento de contratos.
O MPF não divulgou publicamente os nomes dos investigados na nova denúncia, informando apenas que são o “ex-conselheiro do TCE/SC, seus operadores financeiros, servidores públicos e empresários”, e pede nesta denúncia a devolução de R$ 1.196.485,49 que teriam sido desviados, e a perda dos cargos públicos.
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