Inter quer transformar seu futebol de base numa fábrica de bons jogadores
Gustavo Grossi
respira há um mês o ambiente do CT Morada dos Quero-Queros, em Alvorada. Após
cinco anos de River Plate, o argentino chegou para ser o gerente executivo das
categorias de base do clube com promessas de aprofundar a formação e
desenvolver um "DNA" do Colorado a longo prazo. Mas o profissional
também trabalha com uma meta mais imediata.
De Buenos Aires, Grossi trouxe o plano de instituir uma linha de sucessão que começa já no time profissional e tem sequência até as categorias inferiores. A ideia é que o clube funcione como uma "fábrica" de jogadores e que cada posição tenha um "sucessor" já à disposição em caso de saída.
Por exemplo: se o Inter decidir vender um de seus titulares, Miguel Ángel Ramírez olhará para as categorias de base e promoverá um atleta da mesma posição do time sub-20 ao elenco principal. Mesmo que o jovem não chegue já em condição de titularidade, dá "segurança" para o clube fazer o negócio.
"A gente tem trabalhado com sinergia na base. Com o Gustavo (Grossi), a gente se fala todos os dias. A gente tem trabalhado muito na linha de sucessão. Acho ela muito relevante, de ter peças por ano de atletas que nos atendem. Até para a gente conseguir negociar um jogador e ter a linha de sucessão com melhor timing para uma venda ou negociação ", afirma o executivo Paulo Bracks.
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