Um consumidor
flagrou nas prateleiras de um supermercado em Criciúma, no Sul
catarinense, embalagens de leite com a inscrição "proibida a venda -
alimentação escolar", e publicou nas redes sociais. A cooperativa responsável
pelo fornecimento do produto admitiu erro humano, e disse que o houve confusão
durante a entrega dos lotes de leite.
Após o flagrante no supermercado que fica na Vila União, a Cooperativa
Regional de Comercialização do Extremo Oeste de Santa Catarina (Cooperoeste),
responsável pelo produto, disse por meio de nota que no caminhão estava o
pedido do mercado e também os produtos a serem entregues na Gerência Regional
de Educação (Gered). Por erro na hora da entrega durante o descarregamento, o
leite de livre comercialização foi para a merenda, e o outro para o mercado.
O supermercado também se manifestou e afirmou que assim que tomou assim
que verificou o problema providenciou a retirada as mercadorias da prateleira,
já que tais produtos não podem ser comercializados. O comunicado diz que
"infelizmente, não observamos a restrição que consta na embalagem quando
da entrada da mercadoria, considerando o volume de entradas que ocorrem
diariamente".
A Secretaria de Estado da Educação (SED) reforçou que "tanto o
supermercado quanto a SED receberam a quantidade de leite solicitada, mas com
embalagens distintas". A cooperativa prestou esclarecimentos à SED na
segunda-feira, e voltou a reiterar que "na hora do descarregamento por
descuido do motorista e por as embalagens serem muito parecidas houve uma
confusão".
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